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<title>Críticas artecapital.art</title>
<description>A Revista da Arte Contemporânea</description>
<link>http://www.artecapital.art/</link>
<language>pt-pt</language>
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<title><![CDATA[AGNES ESSONTI LUQUE | HOTEL DEL ARTEFACTO EXPOLIADO]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=937</link>
<description><![CDATA[Ao entrar no Museu Nacional de Antropologia de Madrid, a exposiÃ§Ã£o de Essonti Luque Ã© uma abertura â€“ dentro das diversas aÃ§Ãµes e posicionamentos do museu â€“ para se refletir em conjunto novas dinÃ¢micas, atravÃ©s das perspectivas de existÃªncia e pesquisa da identidade afrodescendente. NÃ£o se trata de uma construÃ§Ã£o completamente fora dos mecanismos do museu, configura-se como um nicho do cÃ©rebro. Nesse diÃ¡logo, hÃ¡ paredes e chÃ£o pretos, assim como paredes de um avermelhado, alaranjado, de tons terra. Essa cor faz lembrar a areia vermelha caracterÃ­stica de muitos paÃ­ses africanos, o Ã³leo de palma e o tom do crustÃ¡ceo camarÃ£o.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-31</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[HOTEL DEL ARTEFACTO EXPOLIADO]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ABEL RODRÃGUEZ | MOGAJE GUIHU: A ÃRVORE DA VIDA E DA ABUNDÃ‚NCIA]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=936</link>
<description><![CDATA[A primeira escolha quanto a <i>Mogaje Guihu: A Ã¡rvore da vida e da abundÃ¢ncia</i>, exposiÃ§Ã£o de Abel RodrÃ­guez (1941-2025), Ã© a porta de entrada e a consequente direcÃ§Ã£o da circulaÃ§Ã£o no espaÃ§o expositivo. Circule-se a favor ou contra sentido horÃ¡rio, Mogaje Guihu - nome indÃ­gena do artista pertencente ao clÃ£ GavilÃ¡n, das comunidades Nonuya e Muinane da AmazÃ³nia colombiana, e cujo significado Ã© â€œpena de gaviÃ£o brilhanteâ€ - e respectivos conhecimentos e imaginaÃ§Ã£o botÃ¢nica sÃ£o dados a ver com diferentes tonalidades anÃ­micas.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-30</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[MOGAJE GUIHU: A ÃRVORE DA VIDA E DA ABUNDÃ‚NCIA]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JESSE WINE | AMOR E OUTROS ESTRANHOS]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=935</link>
<description><![CDATA[Apresentam-se dois grupos de esculturas, que de alguma forma resvalam por sensibilidades diferentes. Se o compacto das esculturas metamÃ³rficas, monocromos voluptuosos, marcam o espaÃ§o com uma gravidade sÃ©ria, e um formalismo com reminiscÃªncias do sÃ©culo XX, o segundo grupo de esculturas - o que me apelou Ã  sensibilidade e memÃ³rias de ligaÃ§Ã£o Ã  terra, e de um retorno a esse espaÃ§o simbÃ³lico para o qual os sucessivos portais nos prepararam, o mesmo a que o faz de conta inevitavelmente recorre - aparentemente frÃ¡gil, de uma delicadeza espectral.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-22</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[AMOR E OUTROS ESTRANHOS]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[ALEXANDRE CONEFREY | CONRAD]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=934</link>
<description><![CDATA[A nova sÃ©rie de pinturas intitulada <i>Conrad</i> marca, de certa maneira, uma nova reflexÃ£o sobre algumas das suas exploraÃ§Ãµes anteriores, muitas das quais relacionadas com a densidade negra da paisagem em conexÃ£o com a prÃ¡tica rigorosa do desenho. De facto, hÃ¡ em <i>Conrad</i> uma vibraÃ§Ã£o cromÃ¡tica e uma gestualidade que operam de forma diferente de outras obras mais monocromÃ¡ticas e â€œsilenciosasâ€ do passado. Embora o artista nÃ£o renuncie ao rigor do desenho, existem nuances importantes nesta sÃ©rie em que sobressai a pincelada como estrutura dinamizadora da aplicaÃ§Ã£o da cor e que ganha agora um novo protagonismo fÃ­sico.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-21</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[CONRAD]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[COLECTIVA | 1Âº CICLO EXPOSITIVO 2026]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=933</link>
<description><![CDATA[Esta exposiÃ§Ã£o, primeiro passo do ciclo expositivo de 2026, apresenta obras essenciais da colecÃ§Ã£o do museu dedicado ao casal de artistas juntamente com obras de Rui Sanchez e Teresa Segurado PavÃ£o, Frida Baranek, Vasco Futscher e ainda obras de Sara & AndrÃ© e Francisco Janes, estas Ãºltimas resquÃ­cio da programaÃ§Ã£o do anterior ciclo expositivo. Diz-nos o dossier de imprensa que â€œtodos estes trabalhos, uns mais prÃ³ximos da coleÃ§Ã£o permanente, outros deliberadamente mais autÃ³nomos, aprofundam a ambiguidade entre superfÃ­cie e volume, suspensÃ£o e peso, sugerindo novas formas de ver e de percorrer o Museu".]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-14</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[1Âº CICLO EXPOSITIVO 2026]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[SUSANA PILAR | NOT ALONE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=932</link>
<description><![CDATA[Susana Pilar Delahante Matienzo presenteia-nos com um conjunto de obras de arte de pesquisas que se transformam com a apresentaÃ§Ã£o de novas criaÃ§Ãµes. O desenvolver do seu corpo e presenÃ§a, em <i>Not Alone</i>, as salas e corredores abertos da galeria que compreendem a mostra, formam uma instalaÃ§Ã£o gigante em que continuar Ã© o movimento que faz a intenÃ§Ã£o.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-03-04</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[NOT ALONE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[JOSÃ‰ MAÃ‡ÃƒS DE CARVALHO | 21 MINUTES POUR UNE IMAGE]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=928</link>
<description><![CDATA[No CAPC, expÃµem-se diferentes fases da sua produÃ§Ã£o, sobretudo imagens fixas, efetivamente fotogrÃ¡ficas, mas tambÃ©m algumas em (Ã­nfimo) movimento, sob a forma de dois vÃ­deos. As vÃ¡rias imagens devem ser apreendidas e lidas em relaÃ§Ã£o umas com as outras, enquanto um conjunto articulado. Ao visitar a exposiÃ§Ã£o, testemunhamos como as obras de MaÃ§Ã£s de Carvalho detÃªm a invulgar e notÃ¡vel capacidade de transformarem o ordinÃ¡rio, o comum, em algo singular, cativante e poÃ©tico.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-02-28</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[21 MINUTES POUR UNE IMAGE]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[WILFRID ALMENDRA | HARVEST]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=927</link>
<description><![CDATA[Almendra Ã© hÃ¡bil em representar a fugacidade, a transitoriedade do ato, e a sobrevivÃªncia do gesto anÃ³nimo das populaÃ§Ãµes fragilizadas que procuram abrigar-se nas suas construÃ§Ãµes dÃ©beis e efÃ©meras. Ã‰ deles que faz homenagem. O esforÃ§o, por vezes inglÃ³rio, dos povos que, mesmo sedentÃ¡rios, lutam contra as condiÃ§Ãµes climÃ¡ticas, econÃ³micas e ambientais adversas. Mas Almendra evoca a impressÃ£o digital dos trabalhadores, o incompleto, o gesto, o ato e a potÃªncia de AristÃ³teles.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-02-26</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[HARVEST]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[RITA MAGALHÃƒES | FACE A FACE â€“ RITA MAGALHÃƒES E A NATUREZA-MORTA NA COLEÃ‡ÃƒO DO MNSR]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=926</link>
<description><![CDATA[Sejamos francos! NÃ£o nos sentimos frequentemente, ou quase sempre, um pouco aborrecidos perante naturezas-mortas? Podemos admirar a beleza, a riqueza, a abundÃ¢ncia, as formas, as cores. Podemos ser seduzidos por efeitos de trompe-l'oeil, de analogias, de evocaÃ§Ãµes ou por reflexos e jogos de luz. Elogiaremos o talento do pintor, a sua habilidade em representar a luz, as texturas. Perante uma natureza-morta, Ã© suposto meditar sobre a riqueza, sobre o poder, sobre a passagem do tempo, sobre a fugacidade dos prazeres, sobre a morte muitas vezes face Ã s vaidades. Mas admitamos, muitas vezes Ã© um pouco aborrecido.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-02-10</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[FACE A FACE â€“ RITA MAGALHÃƒES E A NATUREZA-MORTA NA COLEÃ‡ÃƒO DO MNSR]]></dc:subject>
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<title><![CDATA[SUSANA ROCHA | LEAKING BODIES]]></title>
<link>http://artecapital.art/criticas.php?critica=925</link>
<description><![CDATA[Nos alicerces discursivos que ajudaram a formatar a exposiÃ§Ã£o â€œLeaking Bodiesâ€, a artista Susana Rocha reflete sobre o princÃ­pio desse corpo expandido legitimado, pela aceleraÃ§Ã£o tecnocientÃ­fica, como corpo-mÃ¡quina assÃ©ptico e otimizado, e que Ã© exposto a uma â€œanestesiaâ€ afetiva e ausÃªncia de â€œexcreÃ§Ã£o emocionalâ€. Nessa fenda que se abre, o prazer desloca-se do toque para o clique, e do vivido para o imaginado.]]></description>
<dc:creator>artecapital.art</dc:creator>
<dc:date>2026-02-10</dc:date>
<dc:subject><![CDATA[LEAKING BODIES]]></dc:subject>
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